quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Está na hora...
Arrastada
Memórias das Estações
Realidade ou fantasia?
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Prisioneira...
Vagueio...
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Para uma das minhas Terceirenses
sábado, 10 de abril de 2010
Fuseira...
O poema que se segue é dedicad à minha amiga fuseira (da R. Grande).
Fuseira de nascença
com garra e objectividade
ninguém te pára
no teu caminho os obstáculos a ultrapassar
são grandes, perigosos e enfadonhos.
Não te deixes ir abaixo
salta por cima deles
a tua força interior
é o bastante para os contornar.
A tua paixão... o vólei
leva-te a viver aventuras únicas
umas boas, outras más.
Não as ignores,
muito menos as esqueças
lembra-te sempre delas
e aprende qual o próximo passo a dar
aprende a prevenir-te.
Leva contigo, na tua queima
e na tua bênção
as boas e más memórias
desta universidade
e de quem cá conheceste.
Agora apenas me resta
desejar-te boa sorte e felicidades
no teu último ano de curso
e na tua entrada
na selva que é
o mercado de trabalho
que terás que enfrentar.
Com a tua determinação
quem te irá parar?
Apenas quem tu quiseres
e deixares...
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Transborda o teu ser
sexta-feira, 19 de março de 2010
Voa pássaro
Finalizar de um curso...
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Partiste...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Negativismo do ser
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Liberta-te e encontra-te
Pedi um anjo...
Despedida da noite
O sono já me chama,
de mansinho me sussurra no ouvido,
que a hora de me deixar dormir em doces perfumes de jasmim já se aproxima.
Levemente impele-me a abandonar o meu lugar,
numa reunião tão animada.
Mas quem sou eu afinal,
para contrariar tal sussurro
que docemente me embala num abraço tão sereno e meigo?
Vejo-me obrigada a partir,
para um lugar tão longínquo
onde apenas castelos de nuvens
e cavalos alados são permitidos entrar.
Neste mundo tão longínquo,
que é o mundo dos sonhos nada mais,
apenas o sonho sereno e meigo consegue entrar
pelos portões dourados deste mundo tão bizarro
onde a nossa mente descansa
em deleitos de açúcar e algodão
e o corpo repousa
numa paz sem igual.
Deixo-me ir sem lutar
pois minha mente e meu corpo estão fracos
de tanto trabalhar e pensar
nas coisas fúteis do dia a dia
que não são nada mais nada menos
do que simples entraves ao meu ser.
Vou-m daqui embora
com a certeza de amanha ser um novo dia
e assim estarei preparada
para enfrentar os demónios imaginários
de um mundo maldito
que me entrava no meu crescer.

